Da redação
A economia brasileira começou o ano com o endividamento da população em queda. O percentual de famílias endividadas caiu de 78% em janeiro para 77,3% agosto na pesquisa mensal sobre o tema realizada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC). Íntegra no Brasil de Fato.

Esse percentual, no entanto, ainda é considerado extremamente alto para alguns economistas. O patamar foi alcançado, principalmente, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Entre 2019 e 2022, período em que Bolsonaro governou o país, a média anual de famílias endividadas saltou 14 pontos nas pesquisas da CNC. Subiu de 63,6% para 77,9%, atingindo um pico de 79,3% pontual em setembro do ano passado, numa escalada nunca antes registrada pela entidade.
Segundo economistas ouvidos pelo Brasil de Fato, o endividamento é hoje uma trava à retomada do crescimento econômico no país pois limita o consumo das famílias. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou o programa Desenrola Brasil para tentar resolver a questão, dizem eles. Uma solução definitiva, contudo, não será simples.



