Da redação
O Plenário do Senado aprovou um projeto de lei que altera a Lei Maria da Penha, de 2006, ao estabelecer que a medida protetiva que prevê o encaminhamento de homens agressores de mulheres a centros de reabilitação e educação possa acontecer em qualquer momento do processo e não somente após a condenação. Com a aprovação, o PL 2/2016 agora segue para sanção presidencial.

De acordo com reportagem do jornal O Globo, inciativas do gênero já são aplicadas no Brasil desde 2012. A primeira delas foi registrada no Rio Grande do Norte quando grupos de até 15 homens que respondiam a processos por violências e agressões contra mulheres participaram de dez reuniões, com duas horas cada, onde discutiam assuntos como direitos humanos e controle da raiva, Lei Maria da Penha, divisão de tarefas, comportamentos de risco, entre outros pontos.
Ainda segundo a reportagem, 800 homens em 25 municípios potiguares já participaram da inciativa e o índice de reincidência foi nulo. Em São Paulo, segundo o Ministério Público Estadual projetos do gênero atenderam 550 homens, com apenas 2% de reincidência.
Fonte- Brasil 247



