Da redação
“Da maconha do capitalismo de bem-estar e seus jovens rebeldes passamos à cocaína, a droga da competitividade e do neoliberalismo; e agora entramos na droga da morte, o fentanil: a droga do capitalismo da crise climática e da guerra”. Leia íntegra na Revista Forum.

A frase foi escrita pelo presidente da Colômbia, Gustavo Petro, em uma análise ele publicou numa rede social sobre a mudança que se deu nos últimos anos na produção e escoamento de drogas consideradas ilícitas na América do Sul.
Petro sustenta que o Brasil se tornou o principal corredor de transporte de drogas do continente, não só para o abastecimento do mercado interno, mas da África e da Europa.
Para dar conta desta nova dinâmica, os laboratórios de produção de coca se transferiram em massa para uma faixa de dez quilômetros da fronteira da Colômbia com o Equador, na região amazônica.



