Trabalho infantil no Brasil cai 21%, mas ainda afeta 1,65 milhão de jovens

Da redação

O Brasil registrou uma redução de 21,4% no trabalho infantil entre 2016 e 2024, passando de 2,1 milhões para 1,65 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos. A proporção também caiu de 5,2% para 4,3% da população jovem. Apesar da queda histórica, houve leve aumento em 2024, concentrado em adolescentes de 16 a 17 anos e entre homens. Mais da metade do trabalho infantil está nessa faixa etária, enquanto crianças menores apresentam estabilidade.

Foto – Ministério do Trabalho/Divulgação

Os setores que mais absorvem mão de obra infantil são comércio (30,2%), agricultura e pecuária (19,2%) e alojamento e alimentação (11,6%). O trabalho doméstico é predominante entre meninas, enquanto meninos lideram nas atividades remuneradas. A pesquisa evidencia também desigualdades raciais: dois terços das crianças e adolescentes em trabalho infantil são pretos ou pardos. Regionalmente, o Sudeste apresenta o menor índice (3,3%), enquanto Norte e Nordeste registram os mais altos. O levantamento reforça que, apesar dos avanços, o trabalho infantil continua concentrado em grupos vulneráveis, exigindo políticas de proteção e fiscalização contínuas. Com informações da Agencia Brasil.

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