Da redação

Integrante da frente LGBTI Sem Medo, o estudante Augusto Malaman explica ao repórter Cosmo Silva, da Rádio Brasil Atual, que a atual proposta de ‘reforma” a Previdência penaliza os trabalhadores e demanda solidariedade e união para freá-la. “Isso significa que a resistência tem de ser ampla, de todos os setores da sociedade (…) é um jeito da gente construir solidariedade e uma perspectiva classista para a pauta”, ressalta o estudante.
Alexandra Fortes, bancária, lésbica, representante do coletivo Prisma, da Universidade Federal do ABC (UFABC), e do Centro de Cidadania LGBTI Neon Cunha, faz uma ressalva quanto às especificidades da população e aponta a “reforma” como um agravador das desigualdades. “OS LBGTs já estão na ponta mais baixa, na base da pirâmide e eles, agora, estão abaixo da terra mesmo. Isso (a proposta de reforma da previdênia) é para enterrar a comunidade”, afirma.
Fonte: Rede Brasil Atual



