Da redação
A Secretaria da Segurança Pública do Piauí realizou, nesta quarta-feira (13), o Dia D da Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas é uma iniciativa que busca incentivar familiares de pessoas desaparecidas a fornecerem material genético, o qual será comparado com perfis já armazenados em bancos estaduais e no Banco Nacional de Perfis Genéticos. O cruzamento dessas informações pode ajudar na identificação de pessoas falecidas ou vivas sem identificação. O cruzamento dessas informações visa auxiliar na identificação de pessoas falecidas ou vivas sem identificação.

Coleta e requisitos
Para participar, é necessário comparecer a um núcleo regional de Polícia Científica no Piauí, apresentando Boletim de Ocorrência de desaparecimento, emitido em qualquer estado, e documentos pessoais. Recomenda-se que dois familiares de primeiro grau participem, priorizando pai e mãe, filhos ou irmãos. A coleta de material é simples, indolor e não invasiva.
Números no estado
No Piauí, já foram coletadas dezenas de amostras genéticas relacionadas a casos de desaparecimento. Parte desses registros resultou em identificações, trazendo respostas para famílias que aguardavam há anos por informações sobre seus entes. Entre as pessoas atendidas estava Francisca Domingas, que há quatro décadas procura pelo irmão, desaparecido após viajar para Brasília.
“Aqui é uma esperança para encontrar o meu irmão, com fé em Deus. São muitos anos de procura e espera, e a gente nunca encontrou, nunca tivemos notícias”, relatou, Francisca Domingas. Ela procura Adão Barbosa do Santos, seu irmão, que está desaparecido há 40 anos.

Informações sobre desaparecidos podem ser encaminhadas à Delegacia Especializada em Pessoas Desaparecidas, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, pelo telefone 181, pelo (86) 3211-6682 ou pelos canais digitais da Secretaria da Segurança Pública, como o B.O. Fácil.



