O volume já supera, com folga, todo o registrado em 2024, quando foram enviadas 720 toneladas ao exterior. Segundo a Zona de Processamento de Exportação do Piauí, o estado chegou nesta terça-feira, 12, a um marco histórico, onde mil toneladas de cera de carnaúba foram exportadas. O fato ocorreu entr os meses de janeiro e agosto do corrente ano.

“Alcançar essa marca antes do fim do ano é um feito histórico. Demonstra a força da nossa produção e a capacidade do Piauí de se destacar no cenário internacional”, destaca Álvaro Nolleto, presidente da ZPE/Piauí, além de comprovar na prática, o potencial competitivo do estado. Hoje, a ZPE mantém relações comerciais com 12 países, distribuídos por quatro continentes, América do Norte, Europa, África e Ásia. Tal fator fortalece a cultura exportadora e amplia a participação do Piauí no comércio exterior. Importa dizer ainda que a produção exportada é realizada pela indústria Agrocera, instalada no parque fabril da ZPE, com despacho feito na própria Área de Despacho Aduaneiro.
Nesse cenário, as perspectivas para os próximos anos também são positivas. Das sete empresas autorizadas pelo Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação a se instalar no local, duas já iniciaram trâmites para implantação de suas fábricas, as quais a Solatio, voltada para produção de hidrogênio verde, e a Delta Brazilian Starch, especializada em derivados da fécula de mandioca. Outras indústrias devem atuar em áreas como beneficiamento de castanha de caju, produção de mel, montagem de tratores, fabricação de cosméticos, produção de fertilizantes marinhos e geração de energia a partir de hidrogênio verde.



