Da redação

Segundo o documento despachado nesta segunda-feira, “não há mais o suposto risco de interferência no pleito”. “Ou seja, a fundamentação utilizada para o reconhecimento do fumus boni iuris e do periculum in mora foi esvaziada após a realização da Eleição/2018, pela qual o povo brasileiro já conhece o futuro Presidente da República. Portanto, não há mais o suposto risco de interferência no pleito, pelo que cumpre restaurar, sem mais delongas, a ordem constitucional e o regime democrático que prestigia a liberdade de expressão e de imprensa”.
Manobras e censura
O pedido de entrevista de Lula pelos jornalistas causou polêmica entre os ministros do STF. Após a liberação de Lewandowski, o ministro Luiz Fux realizou uma manobra para impedir que o ex-presidente fosse entrevistado durante a campanha eleitoral, o que gerou críticas e acusações de censura. O presidente da Corte, Dias Toffoli chegou a entrar em contato com os ministros fora do expediente para acalmar os ânimos e impedir uma guerra de decisões monocráticas.
Fonte: Revistaforum



