Procurador da República diz que atos pró-intervenção militar são extremos e “enfraquecem a democracia”

Da redação

O procurador-geral da República, Augusto Aras, criticou neste domingo (19) os atos contra o Congresso Nacional e pró-intervenção militar que aconteceram pelo país, incentivados pelo presidente Jair Bolsonaro.

Participação de Jair Bolsonaro em ato a favor do regime militar motivou manifestações contrárias de diversas entidades jurídicas e políticas – Foto – Evaristo Sa / AFP

Aras disse que é preciso estar atento aos extremos que “enfraquecem a democracia” e reiterou discurso feito na sexta-feira (17), no qual disse que o Ministério Público deve velar “pela ordem jurídica que sustenta o regime democrático”.

A fala do PGR ocorreu durante a posse da nova direção do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG). Na ocasião, Aras comentou criticou os “extremos” e “polarizações” registrados nos atos pelo país, mas ignorou a presença de Bolsonaro em um desses protestos em Brasília.

“É preciso estar atentos neste momento para as polarizações, os extremos, internos e externos, que enfraquecem a nossa democracia participativa”, disse Aras.

“E para isso fica o meu convite à tolerância, à solidariedade e à responsabilidade sociais, mormente neste período em que a epidemia tem dizimado milhares de pessoas”, continuou Aras, reiterando fala da sexta-feira.

Com informações da Revista Forum.

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