Da redação
O governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, acusado de praticar corrupção na compra de equipamentos médicos e contratos, declarou nesta sexta-feira (28), em pronunciamento à imprensa, que a decisão de seu afastamento foi “induzida pela PGR” por influência da presidência da República. “A família Bolsonaro quer o Rio de Janeiro”.

Ele acusou em sua fala a subprocuradora Lindora Araújo, responsável pela Operação Lava Jato na PGR, de agir politicamente.
O governador afastado também afirmou que está “incomodando prendendo milicianos” e que está “sendo vítima do uso do possível uso político da PGR”.
“A busca e apreensão não encontrou R$1 real na minha casa, foi um circo contra mim, uma decisão induzida pela Procuradoria Geral da República, que persegue governadores e desestabiliza o estado com investigações rasas, buscas preocupantes”, acrescentou.
Witzel disse que “há interesses de poderosos para derrubá-lo”.



